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ARTISTAS

 
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Alessandro Santana, baixo-barítono

Natural de Vitória-ES, graduou-se em canto pela Fames.  Iniciou seus estudos com Márcio Neiva (ES) e fez aperfeiçoa-mento com Franco Iglesias (EUA), Paulo Mandarino (SP), Antônio Salgado (Portugal) e Lício Bruno (RJ). Atualmente faz aperfeiçoamento específico técnico e fisiologia da voz com o mezzo soprano Edinéia de Oliveira (SP). Com destaque no mercado nacional e internacional, Alessandro Santana já se apresentou em grandes concertos como solista, interpretan-do inúmeras óperas, cantatas, missas e ora-tórios de Bach, Beethoven, Mozart, Verdi. Cantou com renomados cantores e sob a regência de grandes maestros nacionais e internacionais em óperas como: Il Barbieri di Siviglia, La Serva Padrona, La Bohè-me, Madama Butterfly, La Traviata.

 
 
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Alexandre Bianque, tenor 

Tenor, aluno do Curso de Formação Musical de Canto Erudito pela FAMES sob orientação da soprano Meire Norma. Iniciou sua carreira nos corais do Instituto Federal do Espírito Santo onde foi solista e apresentou-se em festivais no Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo. Em 2014, aos 18 anos foi solista do Concerto de Árias de Opera do Festival Internacional de Corais de Londrina. Em 2015, integrou o grupo avançado do Núcleo de Ópera da FAMES. No mesmo ano fez parte do coro da ópera Dido and Aeneas de Henry Purcell. Em 2017, participou da 3ª Academia de Canto de Trancoso – BA e atuou na opereta Die Fledermaus de Johann Strauss, interpretando Alfred na produção do I Curso de Interpretação Aplicado à Ópera.

 
 
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Algazarra Coral, coral

Fundado em fevereiro de 2011 pela Maestrina Alice Nascimento, o Algazarra Coral é formado por 40 jovens.  O grupo ensaia duas vezes por semana e seu repertório e formado por música clássica, sacra, folclórica e popular. O Algazarra conta com o apoio do Instituto Unimed Vitória, da Prefeitura Municipal de Vitória e da Editae Comunicação, de São Paulo. Já representou o Estado do Espírito Santo em festivais nacionais e internacionais, como por exemplo, XII Canta Coral em Ipatinga/MG em 2012, o 11º Gran Finale no Memorial da América Latina em São Paulo em 2013, 14° Canta Brasil na cidade de Caxambú/MG em 2014 e o III Cantoritiba em Curitiba/PR em 2016. Em 2017 realizou o concerto comemorativo do dia do rock, no Parque Botânico Vale, tendo como convidados o Coral do Parque Botânico Vale e a banda Pó de Anjo.

 
 
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André Vidal, tenor

Mestre em canto pela Royal Academy of Music de Londres, André Vidal é natural de Fortaleza. Seu repertório abrange óperas do barroco ao bel-canto, especializando-se nos papéis de coloratura de Rossini, Mozart e Handel. Interpretou Almaviva junto à Cia. Brasileira de Ópera em O Barbeiro de Sevilha, Lindoro em A Italiana em Argel, (TMSP), Don Ottavio em Don Giovanni (OSTNCS), o papel-título na estréia brasileira de Pigmalião, de Rameau (CCBB Rio de Janeiro), e Alexandre na ópera Poro, de Handel (Antahkarana Opera, Londres). Participou de estreias mundiais de obras de compositores brasileiros, como Eli-Eri Moura e Carlos Galvão. Em 2012 interpretou Ferrando em Così Fan Tutte de Mozart, junto à Cia. De Ópera do Espírito Santo. Sua atuação como solista em repertório sacro e sinfônico inclui o Messias de Handel (Petrobrás e Sinfônica de Belo Horizonte), A Criação de Haydn (OSESP, TMSP, Sinfônica de Campinas, TMRJ, OSTNCS), a Pequena Missa Solene de Rossini (Londres e Belo Horizonte), a Paixão segundo São Mateus (OSTNCS) e a Paixão segundo São João (Londres), o Magnificat (Sinfônica de Belo Horizonte), a Missa em Si Menor (Sinfônica do Amazonas), o Oratório de Natal (Londres e TMRJ) e o Oratório de Páscoa (Orquestra de Câmara do Ceará) de Bach. Como compositor, tem suas peças apresentadas por diversos grupos do Brasil, como o Quarteto Colonial, os Canarinhos de Petrópolis e o Madrigal de Brasília, e participou da Bienal de Música Contemporânea da FUNARTE, de quem recebeu encomenda de obra para a nova coleção para Coro Infantil.

 
 
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Ângela Gomes, artista plástica

Cachoeirense, a artista se encontrou NAÏFF desde 1987, dialogando com a magia do mundo a sua volta, com pinceladas doces como as de uma criança. Recentemente, pelo voto popular; Ângela teve seu trabalho premiado entre os melhores trabalhos expostos no X ART NAIF FESTIWAL, prêmio inédito para a América Latina.

 
 
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Bruno Madeira, violonista

Premiado em renomados concursos de violão do Brasil, o violonista catarinense Bruno Madeira vem se destacando nos últimos anos como solista, professor e pesquisador. Bacharel, Mestre e Doutor em Música pela Universidade Estadual de Campinas, destacou-se como Melhor Intérprete de Villa-Lobos no X Concurso Nacional Villa-Lobos e obteve a primeira colocação no I Concurso Internacional de Tatuí, VI Concurso Internacional J. S. Bach e III Concurso Latino-Americano Maurício de Oliveira, entre outros prêmios. Como solista e camerista, apresentou-se em diversas cidades dos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Acre, São Paulo e Rio de Janeiro, além das cidades de La Plata (Argentina) e Darmstadt (Alemanha). Tem artigos publicados em respeitados congressos e revistas nacionais e internacionais, dos quais se destacam as pesquisas sobre aspectos técnicos do violão e o gesto corporal na performance. De 2011 a 2014 Bruno foi professor da Universidade do Estado de Santa Catarina e atuou como tutor e professor de violão da graduação à distância da Universidade Federal de São Carlos. É regularmente convidado para realizar recitais e masterclasses em universidades e conservatórios.

 
 
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Cacá Benevides, artista plástico

Historiador e artista plástico autodidata, nascido em Vitória. Desde 2005, participa de exposições no Brasil, possui obras em halls de edifícios particulares e em coleções privadas. Atua no SINDIAPPES. Celebra sua segunda participação da coletiva de artistas no Festival de Musica Erudita do ES. Membro do IHGES.

 
 
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Carolina Faria, mezzo-soprano

Reconhecida por seu timbre quente e escuro, expressividade e bom domínio cênico, Carolina Faria tem agradado a público e crítica e construído uma carreira de serviço à arte e à educação brasileiras nos últimos doze anos. Tendo a honra de atuar ao lado de excepcionais músicos, regentes e diretores nas melhores salas de concerto e casas de ópera brasileiras e algumas internacionais, possui vasto repertório em ópera, oratório, canção sinfônica, música de câmera e vanguarda, com ênfase à Música Brasileira Colonial e participação em gravações históricas desta. Seus papéis favoritos são Angeolina em 'La Cenerentola', Donna Elvira em 'Don Giovanni', Baba the Turk em 'The Rake's Progress', o papel título em 'Carmen', Dalila em 'Sansão e Dalila' e Herodias em 'Salome'. Professora de canto, Carolina prossegue em aperfeiçoamento sob orientação de Eduardo Álvares.

 
 
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Celso Adolfo, artista plástico

Artista Plástico , Investigador Poético e Agitador Cultural. Muralista em Mosaicos, Vitrais e Esmaltação Cerâmica, Vice-Presidente do SINDIAPPES e membro da AIMC / Ravenna-Itália.

 
 
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Christine Ribeiro, artista plástica

 “Capixaba da Gema”, é Engenheira e Mestra em Artes e já teve seus trabalhos expostos em seu estado e fora do país. Com pinceladas fortes e soltas, a artista se apropria da exuberância das cores em sobreposições de tintas contrastantes e é capaz de compor universos de vários elementos que dialogam entre si.

 
 
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Colette Dantas, diretora cênica e cenógrafa

Cenógrafa, arquiteta, atriz, gestora de cultura, educadora, não exatamente nesta ordem, mas fazendo esses papéis ao longo de uma vida profissional consolidada especialmente no Espirito Santo. Nascida na Paraíba, cresce em Recife, onde começa a carreira de atriz, e conclui a Licenciatura em Artes. Mora dois anos no Rio, onde trabalha com teatro e artes visuais. Vem para Vitória em 1982, onde atua desde então no meio artístico em diversas funções nos campos da gestão, educação e criação. Torna-se arquiteta e urbanista em 1999 pela UFES, e mestre em Arquitetura pela UFRJ em 2015. Atualmente exerce a função de Coordenadora de Cultura e Assessora de Artes Cênicas no Sesc-ES. No campo artístico atualmente desenvolve projetos de cenografia e arquitetura cênica.

 
 
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Coral das Águas da Cesan

Criado em nove de janeiro de 1992, é formado por empregados, ex-empregados da Empresa e pessoas da comunidade. O nome Coral das Águas, que teve origem em um temporal que caiu no dia da fundação do grupo, bem como com a coincidência dos primeiros ensaios, sempre “temperados” por dias de chuva, tem, também, total relação com o principal negócio da Empresa, que é levar água de qualidade para a população dos municípios onde atua. O Coral é formado por 38 vozes que levam a arte e o espírito de equipe da Cesan aos lugares onde se apresenta, especialmente em datas comemorativas e festividades públicas de caráter social e ambiental. O coro funciona como uma terapia, uma proposta de socialização que ajuda a elevar a autoestima dos seus integrantes e a estreitar laços de amizade, permitindo que se expressem por meio da arte. O objetivo é fomentar e divulgar a cultura musical, contribuindo para aproximar a Cesan e a comunidade. O Coral das Águas se apresenta em solenidades oficiais do Governo, da Empresa, nas comunidades onde a Companhia atua, em escolas e em eventos, na Grande Vitória e no interior do Estado. O Coral das Águas gravou dois CDs.

 
 
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David Chew, violoncelista

O violoncelista David Chew é provavelmente o mais carioca dos músicos ingleses. Apaixonado pelo Brasil e pela música de nosso país, participa com entusiasmo de iniciativas artísticas que vão desde as gravações para TV até os desfiles das escolas de samba, promovendo o intercâmbio e a quebra de barreiras entre os diversos gêneros musicais. Simultaneamente, se dedica ao elegante e amplo repertório de câmara para o seu instrumento, procurando oferecer as mais belas páginas dos grandes mestres ao público brasileiro ao lado de importantes nomes do cenário musical. Fundador e diretor artístico do International Cello Encounter, há dez anos reúne no Rio os maiores nomes do instrumento para concertos, master classes e intercâmbio com alunos e músicos brasileiros. Spalla da OSB e do Quarteto da UFF, fez seus estudos no Guildhall School of Music de Londres com William e Tony Pleeth e se pós-graduou na Universidade de Hull. É PhD pela Kingston University Londres, com especialização em música brasileira. Foi primeiro-cellista da Orquestra Nacional Jovem da Grã-Bretanha, tendo trabalhado com regentes como Pierre Boulez. Mais tarde, juntou-se à Orquestra Sinfônica da BBC e ao The London Mozart Players. Desde 1981 vive no Rio, convidado para tocar na Orquestra Sinfônica Brasileira. Fundou a orquestra de câmara Brazil Consort, o Rio Cello Ensemble, o Rio Strings, Duo Folia, Trio Carioca, e Quarteto com Gilson Peranzzetta, Mauro Senise e Paulo Russo, grupos com os quais tem se apresentado pelo Brasil e Europa. Várias obras foram escritas especialmente para ele por compositores como Ernani Aguiar, Alan Laing e David Ashbridge. Ministrou aulas em Curitiba, São Paulo e várias cidades no estado de Rio de Janeiro e master classes nos EUA e Inglaterra. Em 1986, foi premiado na Alemanha, França e Inglaterra pela sua interpretação das Bachianas Brasileiras. Recebeu os títulos de cidadão do Estado do Rio de Janeiro e herdeiro de Zumbi em 2003. A Rainha da Inglaterra condecorou-o recentemente pelo serviço prestado à música no Brasil.

 
 
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Deyvisson Vasconcelos, fagotista

Graduado pela Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), curso de bacharelado em Fagote, sob orientação de Elione Medeiros. Iniciou seus estudos musicais aos nove anos de idade e aos onze teve o primeiro contato com a clarineta, sob as orientações do Maestro Affonso Reis e Jorgelen de Oliveira, onde também aprendeu a tocar saxofone. Em 2009 começou o curso de bacharelado na Escola de Música da UFRJ, orientado inicialmente pelo Prof. Ricardo Ferreira. Cursou até o quarto período na faculdade orientado pelo Prof. Cristiano Alves, depois desse tempo, trancou o curso de clarinete para se dedicar exclusivamente ao fagote. Atuou no ano de 2012 como 1º fagote na Osbjovem e em 2013 na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa como chefe de naipe. Esteve à frente da Oses como solista nos anos de 2016 e 2017 tocando a Sinfonia Concertante de Mozart para Sopros e a Ciranda das Sete Notas de H. Villa-Lobos para fagote e orquestra de cordas, respectivamente. Atualmente é  1° fagote da Oses (Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo), integrante do Quinteto Capixaba e músico contratado da Banda da Fames.

 
 
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Elaine Sohelo, artista plástica

Nascida em São Paulo, formada em Artes Plásticas pela UFES. Ceramista, concebi suas obras através da apropriação da ideia executiva, técnica, sob visão artística própria seguindo linha de pesquisa de materiais cerâmicos, terras e texturas vegetais. Participa de exposições coletivas no ES e possui obras públicas na Grande Vitória.

 
 
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Eliane Coelho, soprano

A carioca Eliane Coelho diplomou-se na Alemanha, onde começou sua brilhante carreira.Em 1991 contratada para a Òpera de Viena, na qual, em 1998, recebeu o título de Kamersängerin. Protagonizou numerosos papeis dos quais se destacamMaria Stuarda, Arabella, Tosca, Butterly, Lady Macbeth, Ainda, Desdemona, Elena (I Vespri Siciliani), Abigaille (Nabucco), Helena (Jerusalem), Elisabeth (Don Carlo), Leonora, (O Trovador). Seu papel-título mais marcante e internacionalmente elogiado é Salome, R Strauss. Cantou sob a regência de Sr. Colin Davis, Peter Schneider, Donald Runickels,  e Zubin Mehta, entre outros . Apresentou-se em teatros como Scala, Bastille, San Carlo, Nationaltheater München, Semperope Dresden, em várias cidades como Berlim, São Petersburgo, Tóquio e ao lado de artistas como Bruson, Terkel, Nucci, Domingos, Carreras, Pavarotti, Furlanetto, Samuel Ramey. Nos últimos anos acrescentou com êxito ao seu vasto repertório Gioconda, Lucrezia, (I due Foscar), Lady Macbeth de Mt-sensk, Isolda e Brunnhilde (A Valquíria e O Crepúsculo dos Deuses). Obteve ainda consagrador sucesso como Sacristana (Kostelnicka) na ópera Janufa, de Janacek, apresentada na atual temporada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 
 
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Fábio Bezuti, maestro - diretor musical – pianista - professor e coordenador

Tem atuado regularmente como pianista, coach de dicção e diretor musical em diversos recitais, produções de ópera e festivais no Brasil, México, Estados Unidos, Espanha, França, Itália e Suíça. Dentre algumas produções em que atuou como pianista e preparador vocal destacam-se Falstaff, La Traviata, Rigoletto, Pagliacci, Il barbiere di Siviglia, Don Pasquale, Le nozze di Figaro, Così fan tutte, Don Giovanni, Carmen, L’enfant et les sortilèges, Les contes d’Hoffmann, Oedipus Rex e Haroun and the sea of stories. Radicado nos Estados Unidos desde 2005, Fábio Bezuti detém o diploma de Professional Studies, pela Manhattan School of Music e o título de Mestre em Piano, com ênfase no Repertório e Preparação Vocal, pelo Westminster Choir College. Desde 2010, é pianista colaborador e preparador para o departamento vocal da Manhattan School of Music.

 
 
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Fábio Prieto, iluminador

Fábio Prieto é Iluminador Cênico há 10 anos. Na música desenhou e operou a luz dos shows de lançamento dos CDs de Fabiano Araujo, “O Aleph” e “9 Dias Calendário do Som” e é iluminador da Banda Mary Di Elaborou e executou projetos de iluminação para as montagens capixabas das operas “Pagliacci”, “Così Fan Tute”, “Madame Butterfly” e “O Barbeiro de Sevilha”. Realizou ainda, a iluminação dos concertos de lançamento da COES e suas  quatro edições do Festival de Música Erudita. Foi Coordenador Técnico nas edições de 2011 a 2015 da Aldeia SESC Ilha do Mel. Desde 2014 é coordenador técnico do Centro Cultural SESC Gloria em Vitória, onde coordena as equipes responsáveis por montar e realizar espetáculos, oficinas e diversas atividades realizadas e oferecidas pelo SESC Gloria.

 
 
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Gisele Pires-Mota, pianista

Doutora em Piano performance- Acompanhamento e Música de Câmara pela Florida State University – EUA com a prof. Carolyn Bridger, possui mestrado em Performance Musical pela Universidade Federal de Goiás sob orientação de Lúcia. Barrenechea e especialização em Performance Pianística pela Universidade de Brasília como aluna de Elza Kasuko Gushikem. Participou de cursos e master-classes com Margot Garret, Warren Jones, Simone Dinnerstein, Moura Castro, SergeiDukachev entre outros. Se apresentou com instrumentistas e cantores da Itália, Romênia, Costa Rica, Rússia, Coréia, Japão, Estados Unidos bem como músicos de renome nacional. Além da atuação como pianista colaboradora e camerista, correpetiu diversas óperas, peças teatrais e integrou coros também como regente e ensaiadora. Foi pianista correpetidora e professora de Música de Câmara do CEP - Escola de Música de Brasília por 15 anos e atualmente é professora efetiva da Universidade de Brasília onde leciona Piano, Música de Câmara, Análise Musical e Prática de Acompanhamento. Como pesquisadora, tem desenvolvido estudos e publicado artigos sobre a interrelação entre poesia e música, entre análise e performance musical, e sobre o mercado de trabalho do pianista. Atua principalmente nas áreas de música de câmara e preparação de cantores com ênfase em dicção lírica, correpetição, cançāo de câmara brasileira, especialmente de Francisco Mignone e Ronaldo Miranda, e música de câmara instrumental.

 
 
GLAUCIA CASTILHOS
 
 

Gláucia Castilhos, harpista

Natural de Vitória/ES, iniciou seus estudos de música ao piano, ingressando no curso de formação musical na Faculdade de Música do Espírito Santo, FAMES. Em 2001 graduou-se em Música – Piano por esta Faculdade, sob orientação da Professora Lia Leal.  Em 2009, Iniciou seus estudos na Harpa, sob orientação da Professora Vanja Ferreira, Rio de Janeiro. Desde então tem participado de diversos festivais e Masterclass de Harpa:  “Clases Magistrales de Arpa” no Instituto Universitário Nacional Del Arde, Argentina, com a Maestra harpista Anna Loro (Itália), “Estudo da Harpa” no Festival Internacional de Domingos Martins sob orientação da Professora Vanja Ferreira, Harpa no Civebra, Brasília, sob orientação do Professor Mário Falcão (EUA), Classe da Harpa no Festival de Música nas Montanhas, poços de Caldas MG, sob orientação da Harpista Suelem Sampaio (Brasil), Taller itinerante de arpa de pedales na Cidade do México, sob orientação de Isabelle Moretti (França), Curso de Harpa na Nueva escuela Argentina de Arpa, sob orientação do Professor Oscar Rodriguez do Campo (Argentina). Tem atuado comocomo instrutorana classe de harpa em sua cidade natal e em festivais na Argentina e Colômbia. Como executante, tem atuado em diversos grupos e Orquestra: Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra do Festival de Poços de Caldas, Banda Sinfônica da FAMES, Camerata SESI ES.

 
 
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Gustavo Carvalho, pianista

Apontado como uns dos músicos mais promissores de sua geração pela revista francesa “Le Monde de La Musique”.  Gustavo Carvalho iniciou sua carreira musical aos 12 anos. Foi aluno de Eliso Virsaladze no Conservatório de Tchaikovsky de Moscou e vencedor do ll concurso Nelson Freire para jovens solistas do Rio de Janeiro. Colaborou com inúmeros artistas e aparece frequentemente como camarista e solista em concertos no Brasil e na Europa. É fundador e diretor artístico do Festival Arte Vertentes , em Tiradentes, e desde 2012 integra a direção artística do Zeitkunst Festival, em Berlim.

 
 
HAROLDO+BUSSOTTI
 
 

Haroldo Bussotti (in memoriam), artista plástico

Paulistano, o publicitário veio para os ES nos anos 80. Arrebatou mais de 30 colibris de ouro entre outros prêmios. Desenhista a escultor autodidata. Com o pai designer de sapatos e o avô produzia móveis, o artista desenvolveu sua arte com a mescla dessas influencias. Enquanto cuidava de sua saúde produziu um acervo inédito para o público.

 
 
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Helder Trefzger, maestro

Atual diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo. Estudou na UFRJ, na UFMG e na UnB e teve aulas complementares com professores do Conservatório de Moscou, da Manhattan School of Music, e da Arts Academy - Istituzione Sinfonica di Roma. É Mestre e Bacharel em Música. Teve como principais professores o maestro e compositor Cláudio Santoro, além dos maestros David Machado e Roberto Duarte. Já dirigiu, como maestro convidado, algumas das principais orquestras brasileiras, além de orquestras de países como Itália, Portugal, Polônia, Montenegro, México, Chile, Bolívia, Paraguai e Bulgária. É membro do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e da Academia de Letras e Música do Brasil.

 
 
IRINEU RIBEIRO
 
 

Irineu Ribeiro, artista plástico

Artista plástico graduado pela UFES. Premiado no Espírito Santo e Brasil afora, o escultor tem como ofício o resgate da ancestralidade tupi-guarani, atualmente utilizado pelas paneleiras de Goiabeiras. A argila do Vale do Mulembá, moldada por suas mãos, recebe queima à céu aberto e coloração com açoite do tanino extraído do manguezal vermelho.

 
 
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Isabella Luchi, soprano

Natural de Vitória-ES, Isabella Luchi formou-se em 2015 no Bacharelado em Música pela FAMES, e desde então realiza um trabalho de aperfeiçoamento com Elaine Boniolo. Em 2017, foi diretora cênica e solista da obra “The turn of the screw” de Britten, durante o 12º FEMUSC em Jaraguá do Sul-SC; venceu a 9ª eliminatória do Concurso Prelúdio da TV Cultura; e foi selecionada para interpretar Angelica na ópera "Orlando Paladino" de Haydn, na Academia de Verão da Universidade Mozarteum Salzburgo - Áustria. Em 2016, obteve o 1º lugar no Concurso de Canto Lírico Amadeus em Tatuí/SP, e o 3º lugar no Concurso Nacional de Piano e Canto de Câmara da UFRJ. Foi dirigida por Livia Sabag em duas temporadas do Projeto "Ópera na Escola – A Criada Patroa" em SP.

 
 
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Israel Scardua, artista plástico

Licenciado em Letras e artista autodidata, recentemente ingressou no curso de Artes Visuais, na UFES. Desde 1998 participa de cursos e aulas particulares de desenho e pintura; é membro do SINDIAPPES. Em suas obras usa várias técnicas em estilo clássico com traços de contempo-raneidade. Sua principal poética é o diálogo com a literatura, retratando figuras.

 
 
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Jonathan Yoshikawa, oboista

Natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos no oboé na escola de música Villa Lobos, onde fez o curso básico e técnico com o professor Marco Miglietta. Formou-se com o professor Luis Carlos Justi pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Atuou como oboista na Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do RJ, Orquestra Petrobras Sinfônica e desde 2014 integra a Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo. Já participou de diversas masterclasses com renomados professores do Brasil e exterior como José Francisco Gonçalves, Victor Astorga, Jorge Postel,  Ricardo Barbosa, Alex Klein, Gordon Hunt, Thomas Indermühle e Christoph Hartmann.

 
 
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Lastenio Scopel, artista plástico

Artista Plástico, de João Neiva, o grafismo é parte de sua vida no ingresso no Instituto Jones, iniciando as primeiras experiências em diagramação e design gráfico. Seus recentes trabalhos da linha Verticais, expõe variações espaciais com maior rigidez e disciplina a forma e criando arranjos cromáticos com a interceptação de tons e matizes. 

 
 
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Linda Bustani, pianista

Uma das importantes pianistas sul-americanas de projeção internacional, Linda Bustani foi discípula de Arnaldo Estrella, no Rio de Janeiro, Brasil. Premiada aos quinze anos de idade no Concurso Internacional Vianna da Mota, de Lisboa – e havendo anteriormente vencido os Concursos Nacionais de Salvador e do Rio de Janeiro – Linda Bustani foi convidada por Iakov Zak para trabalhar sob sua orientação no Conservatório Tchaikovsky, em Moscou, onde também foi aluna de Elisso Virsaladze. Laureada nos Concursos Internacionais de Bratislava e Rio de Janeiro, Linda Bustani teve sua carreira internacional efetivamente lançada em decorrência de sua participação no Concurso Internacional de Leeds, na Inglaterra. Seguiram-se, então, concertos e recitais em diversos países: Portugal, Países Baixos (Concertgebouw de Amsterdam), Bélgica, República Tcheca (Tchecoslováquia), Rússia, Ucrânia e Geórgia (União Soviética), Escócia, Reino Unido, Japão, Hungria, EUA e na América Latina. Linda Bustani foi solista de orquestras como a New Philharmonia, Bornemouth Symphony, City of Birmingham Symphony, Royal Liverpool Philharmonic, BBC Welsh, BBC Scottish, Hallé e Sinfônica Bratislava, Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Orquestra Petrobras Pró Música (OPPM) e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Teve como regentes Simon Rattle, Charles Groves, William Tausky, Anatoli Fistoulari, Louis Frémaux, Okko Kamu, Gunther Herbig, John Neschling, Isaac Karabitchevsky, Eleazar de Carvalho, Roberto Duarte, Henrique Morelenbaum, Alceo Bocchino, Roberto Tibiriçá, Ligia Amadio, entre outros. O comprometimento emocional do artista – transformação de seu talento e energia em música – é fenômeno delicado. No início dos anos 80, ao final de uma exaustiva tournée européia, a pianista decidiu suspender suas apresentações em público para dedicar-se à família, à formação de jovens pianistas e, sobretudo, à busca de compreensão mais profunda de sua individualidade. Linda Bustani retornou sua atividade artística como intérprete amadurecida, mais exigente e mais profunda. Atualmente, divide seu tempo entre os alunos do Rio de Janeiro e de São Paulo e uma intensa carreira de solista e integrante do Quarteto Lindarte e de outros conjuntos de câmara, no Brasil e no exterior.

 
 
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Livia Sabag, idealizadora e coordenadora VOE

A paulistana Livia Sabag é formada em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo. Desde sua estreia como diretora cênica de espetáculos operísticos, em 2003, vem se consagrando como uma das mais atuantes profissionais da área no país. Recentemente concebeu e dirigiu Elektra, de R. Strauss, no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2015 dirigiu Le nozze di Figaro, de Mozart, no TheatroMunicipal do Rio de Janeiro, produção originalmente concebida e dirigida por Livia para o Theatro São Pedro de São Paulo. Em 2014 dirigiu Salomé, de R. Strauss, no Theatro Municipal de São Paulo. Salomé foi a vencedora do Prêmio Concerto 2014 da categoria ópera e foi eleita a melhor montagem de ópera pelo júri especializado da Folha de São Paulo. Em 2013, dirigiu a elogiada produção de The Turn of the Screw, de Britten, no Theatro São Pedro em São Paulo, regida pelo maestro Steven Mercurio, e Madama Butterfly, de Puccini, realizada no Jardim Japonês da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte. The Turn of the Screw foi finalista do Prêmio da Revista Concerto e do Prêmio Folha de São Paulo como melhor espetáculo operístico de 2013. Em 2012, dirigiu O Rouxinol, de Stravinsky, no Theatro Municipal de São Paulo e Lucia di Lammermoor, de Donizetti, na Manhattan School of Music em Nova Iorque. Em 2011, dirigiu a produção de L’Enfant et les Sortilèges, de Ravel, na temporada de comemoração dos 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo e realizou sua estreia internacional dirigindo a ópera Falstaff, de Verdi, na Manhattan School of Music, em Nova Iorque.  L’Enfant et les Sortilèges recebeu 6 prêmios no XV Prêmio Carlos Gomes, entre eles melhor espetáculo e melhor direção cênica. Entre 2007 e 2010, dirigiu as óperas Rigoletto, Pagliacci, A Water Bird Talk, The Bear, Amelia al Ballo e Il Matrimonio Segreto. É idealizadora e coordenadora do VOE - Vitória Ópera Estúdio, programa de formação e aperfeiçoamento profissional intensivo para estudantes e profissionais da área de ópera, realizado no Espírito Santo pela COES, sob a direção de Tarcísio Santório. Atualmente é colaboradora do CESEM - Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, na Universidade Nova de Lisboa em Portugal

 
 
LUIZ HENRIQUE
 
 

Luiz Henrique, artista plástico

Capixaba, artista plástico autodidata. Seus traços expressionistas retratam cenas de um cotidiano cheio de alegrias e angústias de uma sociedade desigual e de um mundo que sofre com os descasos com o meio ambiente. Para o pesquisador de culturas “o mundo é seu grande mestre”. Com exposições no Brasil, África e Europa.

 
 
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 Luiz Kieper, artista plástico

Luís Keiper, o gaúcho que já passou por várias cidades e países,é engenheiro e artista plástico com ênfase na pintura. Desde 2014 frequenta o Atelier do Artista Plástico Attilio Colnago onde recebe sua orientação no campo da pintura e práticas de atelier. Identifica-se com a poesia musiva de Gaudí, "onde cacos e fragmentos provenientes dos resíduos de obras urbanas tornaram-se os principais elementos de estímulo poético e retrabalhados pela pintura e gravura".

 
 
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Luiza Braga, flautista

Natural do Rio de Janeiro, Formou-se com o professor Sérgio Barrenechea pela UFRJ e desde então tem orientação de flautistas das principais orquestras do Brasil: Tiago Meira (OSB), Fabíola Alves (OSESP) e Jessica Dalsant (OSESP). Atuou como flautista na OSB Jovem (2010 e 2011), Orquestra Sinfônica de Barra Mansa (2012 e 2013) e desde 2014 integra a Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo. Em 2011 solou o Concerto para flautim e orquestra de cordas de Francisco Mignone com a Orquestra Sinfônica Brasileira, em 2012 o Concerto KV313 de Mozart para flauta e orquestra com a Orquestra Sinfônica da UNI-Rio e em 2015 o Concerto para flautim e cordas de Ernani Aguiar com a Camerata SESI sob a regência do próprio compositor. Participou de masterclasses com renomados mestres: Emmanuel Pahud, Renate Greiss-Amin, Carlos Alberto Figueiredo, Marina Piccinini, Rogério Wolf e Raffaele Trevisani.

 
 
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Luza Carvalho, figurinista

Especialista em Artes Visuais, pela UFES - 2001; Artista Plástica, com pesquisas e exposições na área de Artes Visuais. Pesquisa publicada na área de produção e desenvolvimento de figurino para teatro e televisão – 3º e 4° Colóquio de Moda de Belo Horizonte – MG. Professora do Curso Superior Design de Moda e Vestuário – Faesa. Consultora em Inovação e Design – SEBRAE. Instrutora de treinamentos nas áreas de Design, Artes Visuais e Cultura pela – LZ. Figurinista de montagens capixabas das operas: “Suor Angélica”, “Pagliacci”, “Così Fan Tute”, “Madame Butterfly” e “O Barbeiro de Sevilha”.

 
 
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Marc Verzatt, professor

Marc Verzatt, considerado melhor diretor cênico do ano pela revista Classical Singer em 2006, possui uma ativa carreira como diretor de ópera, opereta e teatro musical nos Estados Unidos, América do Sul e Europa. É um renomado preparador de interpretação teatral para cantores, e seu trabalho já o levou para diversos lugares dentro dos Estados Unidos, Alemanha e Suécia. Iniciou sua carreira teatral como bailarino para o MET Opera, depois de ter estudado teatro na Rutgers University. Estreou como diretor cênico em uma produção de Os Contos de Hoffmann, de J. Offenbach, para a Opera Columbus, e desde então tem dirigido produções para o Teatro Colón em Buenos Aires, Lyric Opera of Chicago, Houston Grand Opera e Florida Grand Opera. Ministrou cursos de interpretação e movimento e dirigiu diversas produções de ópera na Yale University’s School of Music Graduate Opera Program, onde foi docente entre 2002 e 2016. Em 2005 voltou para o palco do MET Opera para interpretar o ator em Ariadne auf Naxos, de R. Strauss.

 
 
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Marcio Antonelli, artista plástico

Artista Plástico, colecionador de arte e produtor cultural, o paulistano radicado em Vila Velha, vem desenvolvendo suas poéticas visuais, conceitos e técnicas, paralelamente enquanto dirige o Atelier de Artes Musivas Celso Adolfo desde o ano 2000. Participou de varias exposições individuais e coletivas.

 
 
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Maria Russo, soprano e professora

O soprano dramático Maria Russo fez parte do elenco fixo da Ópera de Stuttgart e, posteriormente, da Ópera de Viena e da Volksoper de Viena, onde colaborou com os maestros Daniel Barenboim, Charles Dutoit, Christoph Eschenbach, Donald Runnicles e Wolfgang Sawallisch. Destacam-se de seu repertório operístico Nabucco, Aida, Un Ballo in Maschera, Macbeth, La Gioconda, Cavalleria Rusticana, Mefistofele, Andrea Chenier,  Madama Butterfly, Il Tabarro, Tosca, Turandot, Der Ring des Nibelungen,Tristan und Isolde, Wozzeck, Elektra, Die Frau Ohne Schatten e Der Rosenkavalier. Foi capa do New York Times em 2005, com a matéria “A Ring in the Rain Forest”, por sua Brünnhilde na produção integral de O Anel dos Nibelungos, de Wagner, em Manaus. Graduada Mestre em Canto pela Northwestern University e pela prestigiosa Academy of Vocal Arts, Maria Russo é hoje diretora executiva da The Voice Foundation em Filadélfia, uma fundação sem fins lucrativos que estuda a voz através de pesquisas multidisciplinares e científicas.

 
 
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Meire Norma, soprano

Bacharel em canto lírico pela FAMES e Pós-Graduada em: Terapia das Artes, Gestão Educacional e Educação Musical. Conquistou no Concurso Nacional Villa Lobos, em Vitória, o 4º lugar e melhor interprete capixaba; Concurso nacional “Cidade de Araçatuba”, 3° lugar e melhor canção brasileira; Concurso Sonia Cabral de Música Erudita (finalista). Estudou com os professores renomados: Marcio Neiva, Elaine Boniolo, Franco Iglesias (EUA), Vânia Soares, Antônio Salgado, Natércia Lopes, Fábio Bezuti , Lício Bruno, Edna Oliveira, Edinéia Oliveira, Inácio de Nonno dentre outros. Atualmente estuda com a professora de renome internacional,  Lorena Espina. Como solista cantou: Magnificat de Bach; Requiem Mozart; Stabat Mater Rossini; Ópera Cavalleria, Ópera Suor Angelica; 9° Sinfonia de Beethoven; Opereta a Viúva Alegres; Requiem de Verdi, entre outros.

 
 
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Michel Bessler, violinista

Michel Bessler, natural da cidade do Rio de Janeiro ,formou-se em Jerusalém ,Israel , aperfeiçoando-se na Academia Real de Bruxelas e no Mozarteum em Salzburg. Em música de câmara participou do quarteto Bessler que se notabilizou pelos premiados discos com os quartetos de Villa-Lobos e Radamés Gnatalli. Tem se apresentado como solista e maestro em orquestras do Brasil e exterior atuando também como primeiro violino spalla em diversas orquestras. No campo didático foi professor da pós graduação na UFRJ ministrando cursos e participando de projetossociaispor todo o Brasil , entre os mais recentes na comunidade do Pavãozinho em Copacabana.

 
 
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Moema Calhau, artista plástica

Capixaba, artista autodidata com cursos livres de aperfeiçoamento dentro e fora do país. Carregada de fé, tem uma peculiar capacidade de extrair das sobreposições de imagens e cores das mais diversas e torna-las harmônicas; já mostrou suas obras mundo afora com méritos e premiação. 

 
 
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Natércia Lopes, soprano e diretora artística

Cantora lírica capixaba de maior expressão, Natércia é conhecida por seus inúmeros sucessos em óperas, operetas, recitais e concertos sinfônicos. Graduou-se em História pela UFES. Nos anos 70 bacharelou-se em Canto pela EMES. Aperfeiçoou-se no Conservatório Brasileiro de Música do RJ, em 1980. Na Itália, aprimorou sua técnica vocal, com aulas no Teatro Alla Scala, em Milão, com os renomados maestros: Romano Gandolfi, Carlo Camerini e Otello Borgonovo e em Siena, na Accademia Chigiana, com o prestigiado maestro, Giorgio Favaretto. Na ocasião, excursionou por diversas cidades italianas com sua voz, e apresentou-se em palcos da Polônia, França e Portugal. Artista atuante nos principais teatros brasileiros: Theatro Municipal de São Paulo, Sala Cecília Meireles, Palácio das Artes, Teatro Guaíra, entre outros, consolidando sua carreira nas décadas de 80 e 90. Foi coordenadora de música da UFES e por duas vezes diretora da FAMES implementando esforços junto a outros mestres da Música para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da formação de músicos neste estado, gestões marcadas pelo seu dinamismo ímpar e um amplo diálogo com os corpos docente e discente destas instituições. Em 1984, Natércia debutou a ópera Dido e Enéias, sob batuta domaestro inglês Harry Light, no TMSP.  A Diva atuou ainda como Madame Glavary, na famosa opereta A Viúva Alegre, montagem realizada no Theatro Carlos Gomes, com a participação da OSES, sob a regência do Maestro Sérgio Magnani e Helder Trefzger. Marcantes são ainda suas participações no Stabat Mater de Rossini e nas Galas Líricas realizadas junto a OSES. Em 2013 recebeu da COES uma homenagem por suas relevantes contribuições à Ópera no Espírito Santo, assumindo em 2014 a direção artística do Festival de Música Erudita do Espírito Santo.

 
 
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Orquestra Jovem Vale Música, orquestra

O Vale Música, uma iniciativa da Fundação Vale, é um programa que privilegia a linguagem universal da música e seus reflexos tanto no desenvolvimento humano ou social, quanto na geração de trabalho e incremento de renda. Existe uma conexão natural entre música e educação. No Vale Música buscamos promover essa relação através do fomento ao ensino musical, valorizando as características culturais locais e abrindo caminho para a formação de grupos musicais, corais, bandas e/ou orquestras. Atualmente o Programa acontece na cidade de Belém, Pará, e em Serra, Espírito Santo, onde atende 150 alunos, de 07 a 18 anos, através da parceria com a Estação Conhecimento de Serra. O programa tem a Orquestra Jovem Vale Música, Coral Jovem Vale Música, Banda Sinfônica Vale Música e o grupo Vale Música Jazz Band e outros grupos formados que se apresentam em festivais, concertos didáticos e eventos na Grande Vitória. Com uma trajetória de sucesso consta em seu registro histórias de participantes que se tornaram: músico popular, músico educador e concertistas, que romperam as fronteiras internacionais (EUA e Japão). A Orquestra Jovem Vale Música, sob a regência do maestro Sanny Souza, já realizou importantes concertos como: homenagem aos 50 anos de carreira do Milton Nascimento, realizou um concerto de homenagem ao cantor e compositor Ivan Lins com a participação do artista e do renomado maestro Gilson Peranzzetta no Teatro SESC Glória. Em 2016, realizou também o concerto de homenagem ao cantor e compositor Roberto Menescal que aconteceu em dezembro no Teatro SESC Glória. Em 2017, vem preparando homenagem a três grandes artistas brasileiros: Villa Lobos, Tom Jobim e Pixinguinha.

 
 
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OSES – Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, orquestra

A Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (OSES), organismo cultural do Estado, nasceu Orquestra de Câmera do Espírito Santo, o conjunto, embrião da futura orquestra, formado por professores e alunos da Escola de Música do Espírito Santo, com destaque para o casal Alceu e Vera Camargo, pioneiros na formação dos músicos de cordas. Após um período como Orquestra Clássica, tornou-se, a seguir, Filarmônica, até firmar-se como Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, em 1986, com a criação do seu plano de cargos/salários, desta forma profissionalizando os seus músicos.

Nesse período passaram pela orquestra os seguintes regentes: Victor Marques Diniz, Jaceguay Lins, Wenceslau Moreira, Mário Candiani e Leonardo Bruno. Desde 1992 a orquestra é dirigida por seu Maestro Titular, Helder Trefzger. De 1993 a 2011 o Maestro Modesto Flávio trabalhou como Maestro Adjunto da OSES, deixando uma importante contribuição. Esse posto foi ocupado, a partir do dia 25 de abril de 2011, pelo Maestro Leonardo David. Dentre os Maestros Convidados que regeram a OFES, destacam-se Isaac Karabtchevsky (RJ), Roberto Duarte (RJ), Roberto Tibiriça (SP), Osvaldo Ferreira (Portugal), Emilio de César (DF), Ernani Aguiar (RJ), Sidney Harth (EUA), Sergio Oliva (Itália), André Cardoso (RJ), Sérgio Magnani (MG), Oiliam Lanna (MG), Silvio Barbato (RJ), Guilherme Mannis (SP), Marcelo Ramos (MG), Silvio Viegas (MG), Marcelo de Jesus (SP), Leandro Carvalho (SP), David Handel (EUA), Marcos Arakaki (SP) e Jorge Richter (EUA).

 
 
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Penithência, artista plástico

Wedson Paulino Filho, natural de Rio Novo do Sul, ES, frequentou e ainda frequenta cursos livres de artes, escultor de bronze, com estilo e temática contemporânea de figurativo abstracionado. Possui obras em diversos acervos públicos e privados. Participa de várias exposições coletivas e individuais pelo ES e Brasil afora. 

 
 
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Pollyana Bissoli, caracterizadora

Natural de Vila Velha/ES, especializando em caracterização cênica. Atuou nas montagens de Óperas, em Vitoria, tal como: "Dido e Aeneas” trabalho em conjunto com o renomado caracterizador David Scardua. No cinema sua experiência é como Visagista/Caracterizadora na montagem do curta Revoar. Participou da Temporada Moda & Design do Shopping Praia da Costa em 2015. Em 2017 está atualizando sua especialização em maquiagem cênica, no curso Expertise em Maquiagem.

 
 
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Priscila Aquino, mezzo-soprano

Bacharel em Canto pela FAMES e formada no curso de Qualificação Profissional em Artes Cênicas pela FAFI, integra atualmente, o Opera Studio do Teatro Municipal de São Paulo. No seu repertório inclui a interpretação de “Dorina” em “Il Maestro di Musica” de Pergolesi; “Nolan” da ópera “The Medium” de Gian Carlo Menotti, “Dorabella” de “Cosi fanTutte” de Mozart e “Aspirina” na ópera-recreio “O Reino de Duas Cabeças” de Jaceguay Lins. Foi solista das obras “Stabat Mater” de Vivaldi, Pergolesi e Dvorak; “Messiah” de Händel; “Missa da Coroação”, “Vespera Solenes de Confessore” e "Requiem" de Mozart; do“Magnificat” de Villa-Lobos; “Cantata No. 147” de J. S. Bach; e da estreia da “Missa Clássica em Dó” de Marcelo Rauta.

 
 
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Rafael Schmidt, clarinetista

Bacharel pela USP, iniciou seus estudos no Conservatório de Tatuí com os professores: Ely Hessel, Edmilson Nery, Luís Afonso Montanha, Ovanir Buosi e Tiago Naguel. Participou dos festivais de Campos do Jordão, FEMUSC, Poços de Caldas, Itú e Tatuí. Foi orientado por: Romain Guyot, Antônio Sayote, Michael Collins, Donald Montanaro, Michel Arrignon, Mark Van de Wiel e Jerôme Voisin. Atuou como professor no Festival de Música de Prados – MG. Exerce intensa atividade camerística com o seu grupo ''El Trio''. Na Orquestra de Câmara da USP atuou como primeiro clarinete e requinta. Foi premiado no concurso do Departamento de Música da USP e do Concurso para Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Belo Horizonte (2013). Atua como solista frente a OSUSP, como músico convidado da orquestra Amazonas Filarmônica e da temporada 2012 da Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório, atuando como prof. junto à projetos educacionais da OSB. Desde 2014 é integrante da OSES.

 
 
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Renato Miranda, artista plástico

Acadêmico na Escola de Cinema da UFES, artista plástico autodidata tem sua predileção pelo desenho e transita entre a música a tecnologia digital e, o resultado disso é inusitado. Já participou de várias mostras e festivais e é militante no cineclubismo. Apresenta-se neste mostra com um trabalho conceitual e mostra um preparado para outros desafios.

 
 
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Ricardo Lepre, trompista

Mestre pela EMUS-UFBA em Educação Musical, programa de pós graduação Mestrado Profissional - PPGPROM. Possui graduação em Bacharelado em Música - Trompa pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (2003), Pós-Graduação latu-sensu em educação pela UNICIDADE(2008). Atualmente professor da Faculdade de Música do Espírito Santo- FAMES, Músico da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo. Possui experiência como instrumentista em diversas Orquestras e bandas dos Estado de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Espírito Santo onde atuou como Coordenador de área do projeto Bandas e Corais nas escolas no ano de 2012. Possui linha de pesquisa na área da música de câmara, liderando o Quinteto de Sopros Capixaba, premiado para os concertos didáticos pela FUNARTE em 2010.

 
 
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Tadeu Bianconi, artista plástico

Iniciou na fotografia na UFES quando cursava Publicidade e Propaganda, e profundou na fotografia durante uma temporada na Alemanha, com o fotógrafo Ekkehard Grote, com quem aprendeu fotografia humanista e industrial. Participou de diversas exposições no Estado, além de mostras na Alemanha, Áustria, Noruega, Bulgária e México. 

 
 
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Turíbio Santos, violonista

Nasceu em São Luís do Maranhão em 1943 residindo no RJ desde 1946. Aos doze anos inicia seus estudos. Aos 18 anos, apresentado a Arminda Villa-Lobos, por ela convidado a gravar a integral dos Doze Estudos docompositor para o Museu Villa-Lobos. Em 1965 ganhou prêmio em Paris, na ORTF. Para a ERATO Disques grava 18 discos, sendo os dois primeiros gravações de Villa-Lobos. Com críticas do New York Times, Times de Londres, Le Figaro, e revistas especializadas percorre o mundo e sempre preocupado em estar no Brasil. Dirigiu o Museu Villa-Lobos de 1986 a 2010, e criou as classes de violão na UFRJ e na UniRio, nos anos 80. Entre discos e CDs gravou mais de setenta, criou edições em Paris de autores brasileiros (Max Eschig), é membro da Academia Brasileira de Musica (que já presidiu)e da Academia Maranhense de Letras. Recebeu o grau de oficial da Ordem.

 
 
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Vania Cáus, curadora

Educadora, historiadora, artista plástica, especialista de história cultural, gestão ambiental e curadora de arte. Participou de exposições no Brasil e no Peru - onde apresentou, recentemente, seu trabalho de pesquisa na preservação do patrimônio imaterial capixaba. Desenvolve seu trabalho também na arte musiva.

 
 
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William Lizardo, pianista

Natural de Cachoeiro de Itapemirim iniciou seus estudos musicais no Conservatório de Música da cidade. Em 2009, ingressou no curso superior (bacharelado em música com habilitação em piano) da Faculdade de Música do Espírito Santo, sob orientação da professora M.Sc. Janne Gonçalves, atualmente é mestrando UFRJ e está sob orientação da renomada pianista brasileira Linda Bustani. Profissionalmente atuou com as orquestras Camerata Sesi, Orquestra Sinfônica da Faculdade de Música do Espírito Santo e Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Pernambuco. Em recitais se apresentou em algumas importantes salas de concerto do país e como camerista e acompanhador, desempenha uma intensa atividade junto a instrumentistas e cantores.